sexta-feira, 29 de julho de 2011

AUMENTO DE CADEIRAS NOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS – BOM OU RUIM?

Minha opinião, mas – FUNDAMENTADA!

Muita gente se posiciona na internet, contra ou a favor do aumento de cadeiras de vereadores na câmara municipal. E o que EU PENSO?

– SOU A FAVOR DO AUMENTO DAS CADEIRAS ATÉ O LIMITE PEERMITIDO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, POR QUE:


1 – Defendo o texto da Constituição Federal em vigor, mesmo quando não gosto dele.
Se não gosto do texto constitucional, devo lutar para que ele seja mudado. Mas, enquanto não é mudado, devo lutar para que seja respeitado. Aceitar descumpri-lo, naquilo que não me agrada, autoriza que descumpram seu texto, naquilo que me agrada, contra meus interesses.

Nossa constituição, pela sua redação atual do Artigo 29, IV, estabelece um limite máximo de cadeiras, de acordo com a população de cada município, que julgo adequado.

2 – Defendo o princípio da DEMOCRACIA REPRESENTATIVA.
Na qual devemos eleger representantes para que representem nossos interesses perante o Estado. Os vereadores representam O POVO, que, na prática, é um conjunto de grupos sociais com interesses tão contraditórios, conflitantes e diversificados como deve ser a categoria que os representa.   

3 – Nosso modelo político elitiza a representação democrática, através de instrumentos, nem sempre, bem compreendidos pelos eleitores. Alguns deles:


3.1 – Coeficientes eleitorais


 O coeficiente eleitoral do município toma por base o Número de votos válidos dividido pelo número de cadeiras na câmara de vereadores.   Em razão desta conta, o Município de Sete Lagoas apresentou coeficiente eleitoral, nas últimas eleições municipais, próximo de 8500 votos. Se tivesse 21 cadeiras, este coeficiente cairia para próximo de 5.330 votos.
Isso faria que a coligação DEM-PSB, que teve dois candidatos entre os mais votados do município, elegesse pelo menos um deles. Mas, nenhum destes foi eleito, enquanto que a coligação PSDB-PT elegeu DOIS VEREADORES, cuja soma dos votos ultrapassa em apenas 100 votos os do candidato mais votado da coligação DEM-PSB.
Assim, a redução do coeficiente eleitoral, pelo aumento do número de cadeiras na câmara, aumenta as chances de um candidato, que conta com a confiança da grande maioria da população para a defesa de seus interesses, ganhe a eleição. É mais fácil que ele obtenha 5000 votos, do que 10.000 votos.

 3.2 – Força do poder econômico

 O poder econômico concentrará, ainda, os candidatos por ele patrocinados em uma legenda única e maior. O empresário e a pessoa física podem fazer doações aos seus candidatos, até certo limite. Mensalões informam que este tal de limite é coisa pra leigo ou pobre.
Dou uma hipótese. Supondo-me empresário, tenho interesse em transformar o ginásio coberto em uma linda praça, ao redor da qual tenho um imóvel, onde pretendo construir um hotel. Mas o ginásio coberto é a única fonte de lazer e esportes em que a comunidade local menos favorecida pratica estas atividades. Pouco me importa. Sou sócio do clube náutico. Meus filhos vão pra lá. Foram campeões ano passado, do futebol de salão.
 Invisto no candidato que vai me apoiar, ou, pelo menos, no que não vai interferir na minha reivindicação. Ajudo a concentrá-los no partido de legenda forte. Dinheiro nele. A oposição tem um candidato forte. São 5000 os praticantes do esporte prejudicados. Ótimo. O coeficiente eleitoral é de 10.000. O candidato meu opositor tem 4000 votos. Os outros candidatos de sua legenda, menos conhecidos, não tem dinheiro pra propaganda. Os do partido que apoio tem o meu dinheiro. Cada um deles vai ter 100 votos; meus “desconhecidos”, uns 300 cada, porque o dinheiro paga PROPAGANDA. ALCANÇO O COEFICIENTE – ELE NÃO.

 Assim, quanto maior o coeficiente eleitoral, entendo mais fácil para o partido que concentra os interesses das classes mais favorecidas eleger seus candidatos.
3.3 – Concentração de interesses dos eleitos:

 A soma traz ainda a seguinte situação. Uma vez eleitos, 13 vereadores, a maioria absoluta da câmara necessitaria 07 (sete) vereadores. Com 21, no mínimo 11 (onze). São mais 04 votos para trabalhar.
Sendo 21, portanto, os vereadores, ficariam reduzidas as chances de concentração de interesses. O confronto entre a maior facilidade das minorias ingressarem, à custa de contar com coeficiente eleitoral mais reduzido, traria uma maior diversificação de partidos e interesses na composição das câmaras, implicando em uma discussão mais aprimorada e maior defesa das categorias representadas.

Há que diga que aumentar o número de vereadores traria prejuízos à sociedade, porque mais se gastaria para COMPRÁ-LOS. Bom, nunca elegi um vereador par ser comprado. E se o eleito estiver vendendo seu voto, entendo que o caso é de CADEIA NELE. E vou além. Quem defende a tese do encarecimento, tem o habito de COMPRAR ALGUEM. Acredito no limite de gastos de 6%, como adequado ao orçamento.

 ENFIM, ESTE É MEU POSICIONAMENTO, SUJEITO AO DEBATE!

                                É CONTRA? – Conteste-me, por favor.

                                É CONTRA E TEM RAZÃO? – Convença-me. Fundamente apropriadamente, e cederei. Afinal. Ser sábio é ceder a bons argumentos.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A DEMOCRACIA "DO MESTRE AO CARA"


"O MESTRE" - Sócrates, ícone maior da filosofia ocidental, pintado por Platão, Xenofontes e Aristóteles. comenta-se que teria aprendido a profissão de Oleiro com o pai, embora ninguém se lembre dele fazendo tijolos, mas a vida toda Filosofando. Era contra a Democracia ateniência. Para ele, as idéias pertenciam a um mundo que somente os sábios conseguiam entender. Na época dele, isso se aplicava apenas aos Filósofos. Assim, defendia que ao inves do governo do povo ou democracia, deveria ser o governo "daquele que sabe" liderar um povo como um pastor lidera suas ovelhas. Dai para "instrumento do mal e subversor de jovens foi um pulinho, cujo desfecho foi o mestre condenado à morte por veneno . O mestre é mais conhecido pela frase "só sei que nada sei".

"O CARA" - O cara, contrariando o mestre e a Democracia por ele combatida, elegeu-se presidente, carregando a pecha de semi-analfateto, portanto, NÃO SÁBIO. Exerceu seu governo como ícone do mundo e prova empírica da Democracia, vindo diretamente da mais baixa classe social de seu POVO. Governou falando o que as massas queriam ouvir; distribuiu dinheiro do governo com o povo, em progamas sociais de redução da fome e diversos tipos de bolsas. Misturou-se, apartando seu "povo" dos abusos das classes mais favorecidas. avançou na economia e nas relações externas. negligenciou, entretanto, questões como a saúde, infraestrutura e ignorou a corrupção presente em seus governos. investiu na educação, facilitando o acesso do seu povo, mas não cuidou para que o nivel da educação fosse satisfatório, alcançando o pior índice de reprovações entre os países do seu grupo. Manteve altíssima taxa tributária, e de juros, sacrificando a classe empresária com o custo do governo. Desvinculou-se de diversos ideiais de seu partido e dos outros., dando a seu governo um ar exclusivo e pessoal. Mas, chegou ao final de seu governo com
80% de aprovação popular. Também dizem que foi operário, embora ninguém se lembre deste tempo, em especial depois das quatro eleições até o governo.

O cara, como ensinou o mestre, governou seu povo como um pastor cuida de suas ovelhas. Manteve-as alimentadas e bem cercadas, protegidas da matilha; Observou-as e cuidou de sua lã. Tosou as boas produtoras do pelo, sacrificou as maiores aos lobos mantendo a matilha afastada, desta forma, do resto do rebanho.
Doutrinou os lobos, dando-lhes o suficiente para que ficassem distantes. O rebanho assistiu tudo, mas, pelo conforto e companhia agradável do pastor, nada disse, porque este era garantia de pasto bom.

O cara ficou fa
moso com a frase: " eu não sei de nada..."










MINHA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: - Estaria o mestre errado quanto ao modelo de governo, mas certo quanto à forma de exercício?







segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

VERDADE!

Viver é lutar contra os demônios do coração e do cérebro. Escrever, é pronunciar sobre si o último julgamento. ( Ibsen , Henrik)

domingo, 18 de janeiro de 2009

A ORIGEM DA IDÉIA" - UMA INSPIRAÇÃO (ALHEIA""


"O mundo e a Vagabundagem do Mundo" seria o título da obra prima a ser editada pelo grande amigo e advogado Sérgio Meirelles, colega de remédios psiquiátricos. Não. Não somos loucos.
Em nossas discussões nos bares da vida, a convergência de idéias sobre o quão vagabundo é o mundo foi tanta que me apaixonei com a idéia do livro decidindo, de pronto, a ROUBÁ-LA. (Êta mundo vagabundo!) Eis a vantagem que a amizade traz ao homem! Nossa amizade protegeu os direitos autorais do amigo Sérgio. (Sendo seu amigo conheço sua competência profissional e não sou besta de me arriscar a sofrer um processo sob sua condução). 
Decidido, em nome da amizade, e do conhecimento que a amizade traz, a não usurpar, não podia deixar de tentar o uso de outro verbo. Este, fruto do princípio cristão que sabia existir mesmo no mais ateu dos meus nobres colegas da ciência, ainda que da pessoa do seu tata-tata-tata-ravô distante, com raiz realmente forte. Diria que, se arma fosse, mais ameaçadora do que o perigoso exército do Hamas que, quando ameaça Israel, faz tremer o mundo que permanece esquálido enquanto o segundo mata mulheres, crianças  e velhos pra tentar combater o primeiro: - COMPARTILHAR:
Graças a Deus, convenci o Sérgio a escrever à QUATRO MÃOS (?) "o mundo e a vagabundagem do mundo" (a novíssima gramática da lingua mundial portuguesa) e cá estamos num BLOG, eu e ele. 
Mas, em se tratando de um mundo VAGABUNDO, quatro mãos podem virar cem, e até mil.  O Blog é coletivo, nomearemos vários administradores, proibiremos veementemente a estes de publicar, mas se os vagabundos descumprirem a ordem, fazer o que? 
A intenção do Blog é a comunicação entre amigos de uma forma diferente. Através dos textos e das idéias. Do escrevemos e do que lemos. Do que lemos e gostamos, achando vagabundo, mas sempre, NÃO AGRESSIVO. Por isso, sem pornografia, sem ofensa, sem machucar a visão, a moral, as pessoas.
O filho da mãe, o vagabundo que meter a mão, violando a intenção das quatro mãos editoras, não se esqueça de que, quando postar a obra de um terceiro, existe uma P. do Direito autoral, então cite o nome do autor. Nós admiramos o cara, respeitamos ele e seremos os primeiros a defender seus direitos. O grande novo autor, será admirado por nós. 
Coitado daquele que machucar o português neste blog. Cairemos de Pau, incluive nos submetemos a tal. E aqui não se trata do seu Manuel do açougue. O Blog é de comunicação através da do que se lê e escreve, então, a brincadeira é permitida. e a "palhaçada também". "COM RESPEITO". 
Disponibilizamos, portanto, caros colegas, à edição, O MUNDO, E A VAGABUNDAGEM DO MUNDO. A IMAGEM ACIMA REFLETE NOSSO ATUAL MAIOR INSPIRADOR SOBRE A VAGABUNDAGEM DO MUNDO MODERNO.